Você não tem itens no seu carrinho de compras.

NEUROCOSMÉTICOS

terça-feira, 6 de agosto de 2019

As mais recentes pesquisas na área cosmética demonstraram o papel das endorfinas na vitalidade, beleza e radiância da pele. Conhecidas como “hormônio da felicidade”, tratam-se de moléculas produzidas pelo organismo (em especial pela hipófise e hipotálamo), cuja ação está relacionada com a modulação do humor, com a analgesia endógena, com a melhora da performance geral do organismo e com a sensação de bem-estar. A produção de endorfinas ocorre mediante estímulos endógenos ou exógenos. Destes últimos, os mais conhecidos são a ingestão de chocolate, a prática de exercícios físicos e a exposição ao sol.

 Os resultados de estudos recentes sobre esse assunto são surpreendentes e podem ajudar a explicar porque a pele fica tão bonita quando estamos felizes: a pele tem receptores para endorfinas, chamados receptores opióides. As endorfinas interagem com esses receptores e exercem importantes efeitos, sendo capazes de estimular a proliferação de fibroblastos, promover a migração de queratinócitos e acalmar a pele, melhorando sua aparência como um todo.

 As pesquisas sobre o papel das endorfinas na pele estimularam o surgimento de um novo conceito, uma nova tendência na dermatologia e cosmetologia: a neurocosmética.

 A neurocosmética é a evolução da era cosmética sensorial. Ela é baseada na aplicação de substâncias que atuam no organismo de forma semelhante aos neuromediadores endógenos, exercendo efeitos benéficos para a saúde e beleza da pele, cabelos e anexos cutâneos. Explora os aspectos fisiológicos da felicidade, ou seja, pesquisa e busca mimetizar os efeitos positivos que o estado de felicidade e bem-estar causam na pele e estruturas relacionadas. O fundamento desse novo conceito está na observação inegável que “se você se sente bem, você tem boa aparência e vice-versa”.

Como se sabe, a pele é ricamente inervada. Portanto, as fibras nervosas estão intimamente relacionadas com as células cutâneas (queratinócitos, células imunes, fibroblastos, adipócitos, etc.), contribuindo para homeostase do tecido.

 Muitas fibras sensitivas se encontram na camada superficial da epiderme. Assim, os ingredientes cosméticos podem acessar facilmente o sistema nervoso neurosensorial. Esta camada é a que sofre maior exposição ao estresse ambiental, como a poluição, radiação ultravioleta, vento, calor ou frio.

         

A homeostase é mantida através de diversos processos biológicos: tanto as células nervosas produzem neuromediadores que atingem alvos específicos na superfície de células cutâneas, quanto os mediadores produzidos pelas células cutâneas regulam as funções metabólicas das células nervosas.

Os queratinócitos da camada basal produzem NGF (Nerve Growth Factor) ou fator de crescimento neuronal, o qual é responsável pela sobrevivência e bom funcionamento da célula neuronal. O NGF é capaz de proteger também queratinícitos e malanócitos da apoptose induzida pela radiação ultravioleta.

Os fatores endógenos e exógenos causam danos irreparáveis ao sistema nervoso cutâneo. Assim, quanto mais cedo forem iniciadas a proteção e a estimulação, mais tem tempo o organismo continuará em equilíbrio.

O neurônio nasce como uma célula morfologicamente não distinta e com estímulo do NGF ele se diferencia sendo isso caracterizado pela formação de dentritos. Depois da célula já diferenciada a ausência do NGF deixa a célula neuronal desprotegida, o que pode levar a morte celular. As células neuronais são muito sensíveis ao estresse oxidativo, pois possuem baixo nível de enzimas antioxidantes e alta dependência da respiração mitocondriana. Além disso, elas não são renováveis. Quando um neurônio morre, a rede neural se adapta à nova situação, visando restabelecer a comunicação entre as células. Porém, como não há substituição de neurônios, essa rede torna-se cada vez mais ineficiente.

Assim, o NGF é responsável pela manutenção da resposta sensorial. Participa dos processos inflamatórios por regulação da síntese de neuropeptídeos pós-inflamatórios.

A ação do estresse diário na seborréia, psoríase , no herpes e na queda dos cabelos é sentida e referida pelo paciente durante as consultas médicas. Os estudos mais recentes apontam cada vez mais na direção de uma íntima relação da pele com o sistema nervoso. Peptídeos (pequenas seqüências de aminoácidos), são responsáveis pela ligação dos impulsos nervosos do cérebro às terminações neuronais cutâneas.

A Biogalena possui em sua formulação neurotransmissores  para estimular as funções cutâneas e reduzir a perda de vitalidade e hidratação naturais : a Beta endorfina. Uma substância anti-pânico natural, a beta-endorfina é produzida pelas células da pele; quando liberada, traz uma sensação de bem estar e relaxamento. Quimicamente a beta-endorfina é um peptídeo conhecido por sua ação analgésica. É extraída de Tephrosia purpúrea, planta leguminosa da família Fabaceae, de origem tropical, que é utilizada em regiões da América do Sul, África e Índia, nas medicinas ayurvédica e unani. Contém grandes quantidades de aminoácidos, sais minerais, retinóides e um tipo de oligosacárides (um tipo de açúcar): o Stachiosio e Ciceritolo, precursor da beta-endorfina.

 

BIOGALENA CONECTANDO SUA BELEZA

 

 

Deixe o seu comentário